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Análise de tecidos.

A principal finalidade das análises de tecidos ou foliares é se verificar o estado nutricional das plantas num determinado tempo ou fase fenológica, como indicativo das suas necessidades e possível correção das deficiências caso necessário. A análise dos constituintes dos tecidos após sua digestão revela se planta está “com fome” e caso esteja, qual o elemento faltante.
Análise de Tecidos

A diagnose foliar, realizada pela análise da folha, identifica realmente a presença dos elementos nutrientes disponíveis no solo e efetivamente absorvido pelas plantas. Ressalta-se que a planta é o extrator natural dos nutrientes que se encontram disponíveis no solo, contribuindo para uma melhor interpretação das informações oriundas da própria análise de solo.

A LABORSOLO propõe que para se avaliar certos nutrientes como os oligoelementos (ferro, manganês, cobre, boro, zinco e molibdênio e ânions como nitrogênio, fósforo e enxofre) que podem ser analisados apenas através da análise foliar, pois estes elementos são de difícil determinação no solo.

A análise de solo é interessante apenas para se recompor elementos básicos normalmente através da calagem. O solo não reflete o estado nutricional das plantas.

Veja o Certificado de Controle de Qualidade 2016

Certificado de Controle de Qualidade - Análise Foliar - SBCS - Programa Interlaboratorial 2015

Veja um exemplo do nosso laudo

O laudo da LABORSOLO tem um formato exclusivo que auxilia a leitura, compreensão e análise dos resultados.

Exemplo de laudo - análise de tecidos

Saiba mais

Para interpretação dos resultados, deve-se adotar um método que estabelece parâmetros entre os nutrientes e seus teores a fim de facilitar a leitura entre a análise e a tomada de decisão. Assim, a LABORSOLO adota o DRIS, em seus dados de resultados.

Para que haja crescimento e desenvolvimento das plantas, é necessário haver um desequilíbrio entre cátions e ânions, sempre a favor dos cátions. Dessa forma, o monitoramento nutricional pela diagnose foliar é obrigatório para fazer frente ás suplementações necessárias para a manutenção do equilíbrio nutricional.

A LABORSOLO disponibiliza seu banco de dados de DRIS para as seguintes culturas: soja, milho, arroz, feijão, algodão, citros, maçã, uva, café, cana de açúcar, brachiaria, pimenta-do-reino, aveia branca, cevada, trigo, morango, batata e eucalipto.

Veja como coletar sua amostra – Utilizando o DRIS

Para o uso do DRIS (Sistema Integrado de Diagnose e Recomendação), a época da amostragem não é importante para se fazer o diagnóstico. No entanto, deve-se sempre amostrar a folha recém-madura, que normalmente é a terceira folha à partir do ápice da planta ou do ramo no caso de culturas perenes.

Veja como coletar sua amostra – Utilizando o Nível de Suficiência dos Nutrientes

Cereais

CULTURA ÉPOCA TIPO DE FOLHA FOLHAS/Ha
Arroz Meio do perfilhamento Folha Y, posição ocupada em relação à folha mais nova desenrolada acima. 50
Milho Aparecimento da Inflorescência Feminina Folha oposta e abaixo da Espiga 30
Trigo Início do Florescimento 1° a 4° folhas a contar da ponta 30

Estimulantes

CULTURA ÉPOCA TIPO DE FOLHA FOLHAS/Ha
Café Primavera-verão 3° e 4° pares de folhas,à partir da ponta. Ramos à meia altura e produtivos 30
Chá 6 a 15 meses antes da poda 1° a 3° folhas com gemas 60

Fibrosas

CULTURA ÉPOCA TIPO DE FOLHA FOLHAS/Ha
Algodão Início do florescimento Limbo das folhas adjacentes às maçãs 30

Forrageiras

CULTURA ÉPOCA TIPO DE FOLHA FOLHAS/Ha
Gramíneas Primavera-verão Recém-maduras ou toda a parte aérea. 30
Leguminosas Primavera-verão Florescimento 30

Frutíferas

CULTURA ÉPOCA TIPO DE FOLHA FOLHAS/Ha
Abacate Verão Folhas de 4 meses de idade, ramos terminais sem laterais e frente a meia-altura da planta 100 folhas de 20 plantas
Abacaxi Verão Folha “D” – Folha recém madura num ângulo de 45°, com bordas e bases paralelas. Análise da Folha inteira ou porção basal não clorofiladas 25
Banana Florescimento Folhas III (abaixo e oposta às flores); Porção mediana (10 cm de largura 20
Citrus Verão Folhas do ciclo da Primavera, de ramos frutíferos: frutos com 2 a 4 cm de diâmetro; 3° ou 4° folha a partir do fruto 20
Goiaba Um mês depois de terminar o crescimento do ramo 4° par, ramos terminais sem frutos 30
Maçã Primaveira-verão Inteiras, com pecíolos, na parte mediana do ramo do ano. 10 folhas de 25 plantas
Uva/Videira Fim do florescimento Folha da base do primeiro cacho 30 a 60

Hortaliças

CULTURA ÉPOCA TIPO DE FOLHA FOLHAS/Ha
Alho Antes ou durante a formação do bulbo. Folha mais nova completamente desenvolvida 40
Cebola Meio do ciclo Folha mais alta 40
Cenoura Meio do ciclo Nervura principal da folha recém madura 40
Melão Floração ou primeiro fruto Pecíolo da 6° folha à partir da ponta 40
Tomate Florescimento pleno ou primeiro fruto maduro 4° Folha à partir da ponta 40

Leguminosas de grãos

CULTURA ÉPOCA TIPO DE FOLHA FOLHAS/Ha
Soja Fim do florescimento Primeira folha madura à partir da ponta do ramo, com pecíolo 30

Sacarinas e amiláceas

CULTURA ÉPOCA TIPO DE FOLHA FOLHAS/Ha
Batata Meio do ciclo, 35 a 45 dias após a emergência. Pecíolo da 4° folha à partir da ponta. 30
Cana-de-açúcar Quatro a seis meses após a brotação Folha +3; Terço mediano do limbo, excluindo-se a nervura principal 20 a 30 por talhão
Mandioca 3-4 meses de idade Primeira folha recém madura 30
Veja o passo-a-passo do procedimento no laboratório
  1. As folhas após serem cadastradas no sistema informatizado são secas em estufa de circulação de ar forçado até peso constante.

    analise-tecidos01

  2. Após secagem em sacos de papel as amostras são moídas para reduzir a granulometria.

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    Moinho tipo Willie para moagem de folhas.

  3. Após a moagem as amostras são pesadas e colocadas em tubos para digestão em microondas.

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  4. Após pesagem as amostras são digeridas em ácido nítrico, onde a Laborsolo usa a mais moderna tecnologia para digestão de amostras, que é através de forno de microondas onde ocorre o controle de temperatura e pressão durante todo o processo de digestão.
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    Detalhe do forno de microondas, onde a digestão da amostra é feita em apenas 20 minutos o permite maior eficiência e rapidez na entrega dos resultados.

    analise-tecidos04

    Detalhe do processo de fechamento automático dos tubos de digestão para uso em microondas.

  5. Após a digestão, as amostras são levadas para leitura dos elementos e Espectrofotômetro de Plasma induzido por argônio (ICP_OES), onde com exceção do nitrogênio, todos os elementos são determinados ao mesmo tempo, permitindo maior eficiência e rapidez nos resultados finais.

    analise-tecidos05

    Espectrofotômetro de plasma induzido por argônio (ICP –OES). Este equipamento permite a leitura com níveis muito baixos de detecção, “ppb” (partes por bilhão) sendo indicado para elementos de baixa concentração como molibdênio, níquel,cobalto e metais pesados.

  6. Após a detecção, os resultados são exportados diretamente para o laudo de resultados.
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