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Arroz

Análise Foliar com DRIS para Arroz irrigado é na Laborsolo!

O Rio Grande do Sul é o maior produtor brasileiro de Arroz, cerca de 66% da produção nacional segundo dados da CONAB, além dele a orizicultura também está presente de forma intensa em Santa Catarina e Tocantins. Outros estados produtores são o Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraná, Goiás, Bahia, Maranhão, Piauí, Pará, Rondônia, Acre e Amazonas, como em muitos deles a produção é de sequeiro a produtividade e muito inferior a produtividade gaúcha.

Como o arroz é um grão fundamental para a alimentação do brasileiro, qualquer advento climático importante que atinja o Rio Grande do Sul impacta no volume de produção nacional e também no preço.

A safra 2015/2016 sofreu com o El Niño e a safra 2016/2017 já começa a sentir os efeitos da La Niña. Grandes volumes de chuvas tem atingido o estado gaúcho e a Federarroz já alertou que parte da área terá que ser replantada.

De acordo com o presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Henrique Dornelles, volumes superiores a 300 milímetros foram registrados em várias regiões produtoras do grão. “Agora, dependendo da região, sementes lançadas na época ideal de plantio correm risco de não germinar, pela ocorrência de enchentes e enxurradas”, afirma.

Dornelles lembra que os produtores, para fugir dos altos custos de energia elétrica e com previsão de La Niña, privilegiaram o plantio de áreas mais baixas, justamente essas que agora possuem maior risco. “Já se fala em replantio em partes do Rio Grande do Sul, especialmente Depressão Central, pelos acumulados de precipitação, e Fronteira Oeste, onde o avanço do plantio foi mais significativo do que as demais regiões e topografia, pelo escorrimento das curvas de nível”, explica.

O plantio do arroz, segundo o presidente da Federarroz, avançava de forma rápida e eficiente no Rio Grande do Sul. A projeção era de uma safra de elevada produtividade, apesar das dificuldades de crédito e de renegociações das dívidas. Entretanto, eventos climáticos dos últimos dias já trazem a certeza do atraso do plantio em área relevante do estado. “O clima mais seco e nível dos mananciais eram pontos de vantagem para a próxima safra, apesar do nascimento da lavoura gaúcha estar atrasado, alongando a entressafra”, observa.

A maior preocupação dos produtores agora deverá ser com o desenvolvimento da safra, acompanhando os impactos do excesso de chuvas na fertilidade do solo e na nutrição das plantas.

Para economizar com fertilizantes e garantir uma boa produtividade o ideal é realizar a análise foliar, antecipando as limitações e garantindo o melhor desenvolvimento da planta.

A Análise foliar pelo método de suficiência requer que a coleta das amostras seja realizado no estádio R1-R3, aproximadamente 65 dias após o plantio. O problema de utilizar este método é que pode ser tarde demais para suprir as deficiências da planta.

Estudos realizados por Guindani (2007), Fageria (2004) e Tomio (2013) mostraram dois pontos principais:

  1. As limitações nutricionais do arroz variam fortemente de região para região (Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Rondônia, respectivamente), conforme há variação da fertilidade do solo, tipo do solo e tipo do cultivo (irrigado ou sequeiro)
  2. Os estudos demonstraram que a Análise Foliar realizada por DRIS ainda no estádio vegetativo, por volta de 30 a 40 dias após a semeadura, foram eficientes em apontar os fatores limitantes, sendo os mesmos comprovados na análise de 65 dias após o plantio.

Visto isto é importantíssimo que o produtor antecipe sua análise foliar a fim de melhorar o desempenho de sua lavoura e garantir a máxima produtividade diante das intempéries climáticas.

Vale lembrar que a Laborsolo possui Análise Foliar com DRIS para arroz irrigado! E também possui uma unidade Laborsolo Express em Passo Fundo!

Referencias:

TOMIO, D.B. Antecipação da Diagnose Foliar em Arroz de Sequeiro. Dissertação de Mestrado (UFA). Rio Branco – AC, 2013.

FAGERIA, N. K.; BRESEGHELLO, F. Nutritional diagnostic in upland rice production in some municipalities of state of Mato Grosso, Brazil. Journal of Plant Nutrition, v.27, n. 1, p. 15-28, 2004.

GUINDANI, R. H. P. DRIS para avaliação do estado nutricional do arroz irrigado no Rio Grande do SUl. Dissertação de Mestrado (UFRGS), Porto Alegre – RS, 2007.

Laborsolo Laboratórios

A Laborsolo Laboratórios atua a quase 30 anos com Análises Agronômicas. Nosso portfólio é amplo (solo, folha, alimento animal, água, fertilizantes e corretivos) e estamos focado no desenvolvimento de tecnologias que auxiliem no dia a dia do Agronegócio.

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