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Sal Mineral

Sal Mineral: 4 mitos que cercam o tema e diminuem produtividade do rebanho

A Embrapa Gado de Corte divulgou um artigo importante sobre a suplementação mineral para a produção de carne e leite.

O pasto não consegue suprir todas as necessidades minerais dos animais, sendo necessária a suplementação de macro e micro elementos no concentrado.

Os macrominerais mais importantes são: Cálcio (Ca), Fósforo (P), Magnésio (Mg), Enxofre (S), sódio (Na), Cloro (Cl) e potássio (K) e os microminerais: Ferro (Fe), zinco (Zn), cobre (Cu), iodo (I), manganês (Mn), flúor (F), molibdênio (Mb), cobalto (Co), selênio (Se), cromo (Cr), níquel (Ni), vanádio (Vn) e silício (Si). Normalmente esses elementos fazem parte da mistura mineral disponível no comércio, mas é importante comprar o produto de empresas idôneas e, em caso de dúvida, coletar amostra do produto e enviar para análise.

Muitos mitos cercam o tema e o pesquisador Sérgio Raposo da Embrapa esclarece alguns deles:

Mito 1: “Sal mineral é tudo igual”

Absolutamente não! O que diferencia um sal mineral de outro é a sua formulação. “Um produto mal formulado, isto é, com níveis de garantia furados e consumo mal planejado, não será eficaz”, além disso é preciso ficar atento a matéria-prima utilizada, pois o nutriente pode não ser assimilável. Ainda deve-se observar qualidade da mistura, fontes mais nobres de matéria-prima, tipo de apresentação (granulado, floculado), resistência ao empedramento e algo que tem feito muita diferença: apoio técnico da empresa ao produtor.

Mito 2:”O que importa no sal é o fósforo”

Segundo Raposo o fósforo não é o único mineral que o produtor deve se preocupar. Levantamentos feitos pela Embrapa Gado de Corte apontam que as forrageiras têm valor baixo de sódio (< 0,1% da matéria seca), predispondo deficiência. O fósforo ficou em quarto lugar na pesquisa, com 72% das amostras abaixo de 0,12% da matéria seca, além de outros. Como todos podem limitar a produção o criador deve se preocupar com vários minerais além de que estejam balanceados, sem grandes excessos que possam predispor a problemas de absorção. “Um mineral em excesso prejudica a absorção de outro”, esclarece o especialista.

Mito 3:”É bobagem gastar com sal mineral”

Sérgio diz que esse é um mito para o qual basta o tempo derrubar. O uso da técnica de suplementação mineral permite o aproveitamento de todo potencial produtivo da forragem, diz Sérgio e “ter esse conceito correto na ponta da língua ajuda a deixar o sal na ponta da língua dos animais e o azul mais vivo na conta da fazenda”.

Mito 4:”Mineralizar faz diferença mesmo na seca!”

Muitos produtores compram mais sal mineral na época que antecede a estiagem, a crença por trás disso seria que, uma vez que a pastagem teria níveis mais baixos de minerais (o que é fato), consequentemente seria necessário dar mais minerais ao animal para compensar. Todavia, o que acontece na seca é que não adianta fornecer apenas os minerais, pois o nutriente mais limitante é a proteína.

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