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Precisao

Tecnologia na agricultura: gerenciar com precisão

Por José Luiz Tejon (Conselheiro Fiscal do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS) e Dirige o Núcleo de Agronegócio da ESPM)

O agronegócio brasileiro em 2016 cresceu 4,48% perante o ano anterior. O total das receitas envolvidas no agro do Brasil atinge mais de um trilhão, quatrocentos e setenta e sete bilhões de reais. O antes da porteira representa 11,7 % desse total, o dentro da porteira – a produção agropecuária propriamente dita – significa 30,5% do total do agronegócio, e o pós-porteira das fazendas, que seriam a indústria, varejo e serviços, valem 57,8%.

Para realizar esses mais de 1 trilhão e quatrocentos bilhões de reais de negócios, o país utiliza cerca de 173 bilhões de reais como insumos, máquinas, produtos veterinários , sementes, adubo, defensivos.

E agora chega a inovação da agricultura de precisão, em que vamos saber cada micro detalhes. E fica aqui a pergunta: qual a qualidade da utilização dessa tecnologia no campo? Quanto erramos na administração das máquinas, na dosagem de defensivos e de adubos, no stand do plantio das sementes? Quanto erramos no manejo e uso de medicamentos e da nutrição animal?

Quando olhamos as máquinas novas, monitoradas por sensores, verdadeiros robots podemos prever que cerca de 30% desse custeio e investimentos em tecnologia não está sendo utilizado com eficácia.

Isso significa que há um potencial de melhoria de utilização da tecnologia em um equivalente a 50 bilhões de reais e, com isso, da mesma forma melhoraríamos a produtividade agropecuária do país, com mais resultados em receitas, exportações e rentabilidade.

O BIG Data na agricultura irá apontar inúmeros ganhos e avanços no uso da tecnologia e vai permitir que os produtores rurais do país inteiro ganhem na eficiência e na eficácia do uso dos insumos e das suas máquinas.

Tecnologia, não basta ter, precisa saber usar e gerenciar com precisão.

Nosso comentário:

AgroNegócio, é assim que nós pensamos o agronegócio aqui na Laborsolo. O objetivo de todo Negócio é a busca da eficiência, é fazer o “Mais com Menos”. Já no Agro, devido a sua vertente biológica, pensamos em fazer o “Máximo com o Mínimo”, na biologia não se admite “meia dose” ou o “dobro da dose”. É preciso sempre a “dose certa”.

A tomada de decisão na gestão do AgroNegócio, apesar de razões econômicas, precisa separar o Agro “do” Negócio. O desafio para o sucesso desta combinação está no entendimento dos fatores que influenciam o AGRO!

Antes de se pensar em máquinas e sua eficiência, deve-se primeiro “fazer a lição de casa” de produzir.

E antes de produzir deve-se priorizar o projeto de Diagnóstico Agronômico, para assim posicionar os insumos necessários.

Foi a partir deste pensamento que a Laborsolo trabalhou para identificar os melhores indicadores de performance, para promover o máximo desempenho do Agro, o que chamamos de Agricultura de Alta Performance ou A2P!

Veja como a A2P pode auxiliar o gerenciamento do diagnóstico e monitoramento de fatores produtivos como a fertilidade do solo e a nutrição de plantas para fazer o “Máximo com o Mínimo”!

Visite nosso site e fale com um de nossos representantes!

Dr. Roberto Antunes Fioretto

Eng. Agrônomo Dr. ROBERTO ANTUNES FIORETTO – Doutor em Agronomia. Ex-docente na Universidade Estadual de Londrina e sócio da Laborsolo Laboratórios, especialista em Fertilidade de Solo e Nutrição de Plantas, atuando principalmente nos seguintes temas: calagem, bases trocáveis, equilíbrio químico, adubação e cátions básicos.

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