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Falsa Virose

Você sabe o que é a Falsa Virose da soja que atingiu o MS?

Diversos produtores na região de Rio Brilhante ficaram assustados no começo de novembro com o aspecto “feio” das plantas de soja: Folhas enrugadas e caídas. O motivo? Uma tal de “falsa virose”, o fenômeno é causado por baixas temperaturas na lavoura, o que de forma surpreendente aconteceu no mês de outubro no Mato Grosso do Sul.

Entre os dias 28 e 29 a temperatura na região caiu para 8,9ºC e 8,1ºC, respectivamente, segundo o pesquisador Rodrigo Arroyo Garcia, esse distúrbio fisiológico não é nada comum se registrar em Mato Grosso do Sul. Isso porque, normalmente, as últimas frentes frias se verificam no final de setembro ou início de outubro, quando a soja ainda está sendo plantada ou está recém-plantada e não sofre nada com o fenômeno.”Este ano foi atípico registrarmos temperaturas abaixo de 10 graus no final de outubro”, analisou o pesquisador. De qualquer forma, esse fato representou apenas um susto aos produtores, uma vez que a Falsa Virose na realidade não causa nenhum dano às plantas que, com o desenvolvimento da cultura nas lavouras, recupera o vigor das folhas e da planta como um todo.

O fenômeno da falsa virose da soja é mais comum no sul do Paraná e costuma aparecer diante da ocorrência de baixas temperaturas após a formação do segundo nó, com a emissão da primeira folha trifoliolada que acabou induzindo essa reação, em algumas cultivares.

Vale lembrar que, dado o período de plantio, a partir dos 30 dias já é possível realizar a primeira análise foliar e verificar a saúde da planta no que diz respeito a sua nutrição. O produtor pode aproveitar o monitoramento de pragas e doenças (verificação da presença de lagartas e de ferrugem asiática) para colher amostras das folhas e enviar para a Laborsolo, garantindo assim o pleno desenvolvimento da planta.

Duas situações climáticas opostas estão previstas para os próximos dias

No período que vai do dia 16 ao dia 20 de novembro, a estimativa é de que abra tempo firme sobre o Rio Grande do Sul, oeste do Paraná, Santa Catarina e São Paulo e o leste do Mato Grosso do Sul, com tendência de instalação de um veranico de intensidade que variará entre 20 a 30 dias no norte pioneiro do Paraná. Os veranicos, ao longo da safra, poderão ser repetidos, o que deverá afetar a produtividade da soja.

o meteorologista do Inmet, Luiz Renato Lazinski alerta para a chegada de uma nova onda de frio que está subindo da Antártida e deve atingir o sul do Paraná e pode trazer geadas leves nas áreas de baixada. Desta forma, as lavouras de soja desta região também poderão sofrer perdas de produtividade. Daí a necessidade de manter as plantas saudáveis.

Foto: Embrapa Soja

Laborsolo Laboratórios

A Laborsolo Laboratórios atua a quase 30 anos com Análises Agronômicas. Nosso portfólio é amplo (solo, folha, alimento animal, água, fertilizantes e corretivos) e estamos focado no desenvolvimento de tecnologias que auxiliem no dia a dia do Agronegócio.

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